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LAGO SEM NOME, O / O MEU DIARIO DE GUANTANAMO (PACK)
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O LAGO SEM NOME
O dia em que os tanques entraram na Praça de Tiananmen foi o dia em que a vida de Diane Wei Liang
mudou para sempre. Enquanto estudante da Universidade de Beijing, participou numa manifestação pacÃfica que desencadeou uma
retaliação sangrenta por parte do governo chinês. Os dramáticos acontecimentos de 4 de Junho de 1989 puseram fim aos sonhos de
uma vida melhor, de democracia, de liberdade... e de amor. O Lago Sem Nome é o testemunho de Diane sobre esse perÃodo
traumático. É simultaneamente uma jornada pessoal, uma história de amor e um testemunho polÃtico que nos transporta desde a
Revolução Cultural até a um momento concreto na história recente da
China.
O MEU DIÃRIO DE GUANTANAMO
«O Meu Diário de Guantánamo é o primeiro livro que dá vida ao local e aos prisioneiros. Ao mesmo tempo triste, revoltante, mas também comovente e enternecedor, está maravilhosamente escrito. É um livro espantoso.»
— ARYEH NEIER, presidente do Open Society Institute e antigo director executivo da Human Rights Watch
«É fácil maltratar uma coisa chamada n.º 1154. É fácil rapar-lhe a barba, dar-lhe pontapés como se fosse um objecto, cuspir-lhe, torturá-la e fazê-la gritar. Já é mais difÃcil praticar esses abusos quando o n.º 1154 conserva a sua identidade: o Dr. Ali Shah Mousovi, um pediatra que fugiu dos talibãs e que trabalhou para as Nações Unidas encorajando os afegãos a participar e a votar na nova democracia. É mais difÃcil odiar o n.º 1154 quando nos apercebemos de que tem mais coisas em comum connosco do que diferenças. A sua mulher, economista, espera mês após mês, ano após ano, pela notÃcia do regresso do marido; os seus dois filhos e a sua pequena filha crescem sem ele. Os números negam a qualidade humana aos indivÃduos a quem são atribuÃdos: n.º 1009, n.º 1103, n.º 902, n.º 0002, n.º 1021, n.º 693, n.º 0004, n.º 345, n.º 560, n.º 928, n.º 953… É fácil percorrer os números. Há centenas deles.»







